NOTÍCIAS - A rivalidade regional embutida no Brasileirão - Lino Tavares



A rivalidade regional embutida no Brasileirão
 
Lino Tavares = 00h 27/03/2026
Nos estados brasileiros onde existem apenas dois clubes de futebol grandes e tradicionais, há uma rivalidade de torcidas diferenciada daquela dos estados em que três ou mais clubes possuem grandeza equivalente, como é o caso de São  Paulo e Rio de Janeiro.
 
Entre os detentores dessa rivalidade especial, atualmente representados por ela no Brasileirão deste ano, estão o Rio Grande do Sul, com Grêmio e Internacional, Minas Gerais, com Cruzeiro e Atlético Mineiro, Bahia, com Vitória e Bahia, e Paraná, com Athletico Paranaense e Coritiba.

As torcidas rivais, que dividem esses estados em duas metades de massas torcedoras praticamente iguais, convivem no campeonato brasileiro, com uma disputa extra, de natureza regional, que consiste em saber qual de seus dois representantes se sairá melhor no certame nacional.

As torcidas mais acirradas nesse contexto são as da dupla Gre-Nal, que sustentam uma rivalidade considerada pela crônica esportiva como a maior do Brasil e uma das maiores do mundo.

Em razão disso, é sobre o estado de espírito de gremistas e colorados que me reporto neste comentário, para dizer que a situação de Grêmio e Inter se inverteu em termos de perspectivas a partir da última rodada do Brasileirão, na qual o Grêmio foi derrotado pelo Vasco e o Inter venceu a Chapecoense, 

Não tanto porque o Colorado deu um grande salto na tabela, a partir de suas duas vitórias consecutivas, chegando bem perto do Tricolor, que com a derrota caiu um pouco na classificação geral, mas principalmente em função dos compromissos que os dois clubes terão que enfrentar na próxima rodada.

Enquanto o Inter enfrentará o São Paulos no Beira-Rio, com real chance de vitória, porque joga em casa embalado pelas duas vitórias anteriores, o Grêmio terá pela frente, fora de seus domínios, nada menos do que o Palmeiras, talvez tendo a obrigação de vencer o time alviverde - o que é muito difícil - para manter a vantagem em pontos sobte o rival, caso este vença o tricolor paulista no jogo de 1º de abril.

E não se diga que estou fazendo essa análise comparativa, levando em conta apenas os resultados positivos, que tiraram o Inter da lanterna e o colocaram na 12º colocação, e o negativo que fez o Grêmio baixar na tabela.

Digo isso, porque vejo com clareza que o time de Paulo Pezzolano sobe de produção e se ajusta, a cada jogo, enquanto a equipe de Luiz Castro, sofre queda de rendimento,agravada, principalmente nas laterais, em razão do improviso de Pavón, na lateral  direita, e da lesão de Marlon, na esquerda, que ainda não encontrou substituto à altura.

Fale com nosso comentarista esportivo,  colunista, repórter e entrevistador Lino Tavares: jornalino@gmail.com, celular/whatsApp (55)991763232

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